A Câmara de Vereadores de São Sebastião do Umbuzeiro tem se tornado um palco de autoritarismo e desrespeito à democracia. Sob a liderança do presidente da Casa, o direito fundamental de livre expressão da população tem sido brutalmente cerceado. Nem mesmo aplausos são permitidos, em uma tentativa absurda de silenciar qualquer tipo de manifestação popular.
O descontentamento dos cidadãos cresce à medida que problemas essenciais, como o atraso de salários, não encontram eco entre os vereadores da base governista. Ao invés de defender os interesses daqueles que os elegeram, esses parlamentares se mantêm omissos diante das dificuldades enfrentadas pelos trabalhadores que dependem de seus vencimentos para sobreviver.
A situação se agrava quando os populares que ousam reivindicar seus direitos são taxados de “baderneiros”. Esse rótulo, utilizado por alguns vereadores para desqualificar manifestações legítimas, demonstra o total distanciamento entre a Câmara e a realidade da população. O que se espera de representantes eleitos é justamente o oposto: o apoio irrestrito às causas do povo e a luta por melhorias nas condições de vida dos munícipes.
Ao transformar a Câmara em um ambiente hostil à participação cidadã, o atual presidente e seus aliados demonstram um desrespeito flagrante aos princípios democráticos. A população de São Sebastião do Umbuzeiro não pode aceitar esse retrocesso e deve continuar exigindo transparência, respeito e a garantia de seus direitos.
O silenciamento da voz do povo é um ataque direto à democracia, e aqueles que se calam diante disso são cúmplices de um sistema que oprime e ignora as verdadeiras necessidades da sociedade. Chegou a hora de cobrar responsabilidade e postura daqueles que deveriam estar ao lado do povo, e não contra ele.
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